Título do Banco de Dados

Série temporal de variáveis de qualidade da água, concentração e composição do fitoplâncton no Estuário da Lagoa dos Patos e Costa adjacente

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Prof. Clarisse Odebrecht

Prof. Paulo Cesar Abreu

 

e-mail do responsável/contato

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Laboratório

Laboratório de Fitoplâncton e Microorganismos Marinhos. Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG).

 

Resumo

Parâmetros de qualidade de água e fitoplâncton são avaliados mensalmente desde o início da década de noventa no estuário da Lagoa dos Patos e Praia do Cassino. Este conjunto de dados contribui para a avaliação de impactos naturais e antrópicos no Estuário da Lagoa dos Patos e Costa Adjacente.

 

Palavras chave

Fitoplâncton, Biomassa, Composição taxonômica, Nutrientes inorgânicos dissolvidos.

 

Título do Projeto

Estudo de longa duração da comunidade de fitoplâncton do Estuário da Lagoa dos Patos e costa adjacente.

 

Metodologia

Mensalmente são realizadas coletas de amostras de água de superfície em dois locais no Estuário da Lagoa dos Patos (1 – estuário médio localizado no trapiche do Yacht Club de Rio Grande; 2 – desembocadura localizada no trapiche da Prainha na 4ª Secção da Barra) e outro na zona de arrebentação da região costeira adjacente (Praia do Cassino, em frente a Estação Marinha de Aquicultura, EMA).

Nas amostras coletadas são mensurados os parâmetros físico-químicos: temperatura, salinidade (termosalinômetro YSI, mod. 33 SCT), transparência da água (disco de Secchi). e nutrientes inorgânicos dissolvidos (amônia, nitrito+nitrato, fosfato e silicato) por métoods colorimétricos descritos por Strickland & Parsons (1972) e UNESCO (1983). O teor de clorofila a é determinado fluorimetricamente (Welschmeyer, 1994) e o seston (material suspenso) por gravimetria (Strickland & Parsons 1972). Também são obtidas amostras através de arrastos com rede de plâncton (cônica, porosidade do nylon 22μm), as quais são fixadas em formol tamponado com hexametilenotetramina (4%) e armazenadas em frascos de vidro, para posterior análise qualitativa. A amostras de água para a quantificação e identificação dos organismos são fixadas com lugol neutro 1% e armazenadas em frascos de vidro âmbar. As contagens são realizadas em câmaras de sedimentação pelo método de Utermöhl usando um microscópio invertido com contraste de fase e magnificação de 100x, 200x e 400x (Sournia, 1978). A identificação de espécies exige muitas vezes análise em microscópio óptico de luz transmitida com recursos de contraste de interferência e magnificação de 1000x e, quando necessário, microscopia eletrônica.

 

Cobertura espacial

Município de Rio Grande, RS, Brasil

Área rasa do estuário da Lagoa dos Patos: Trapiche do Yacht Club (32°01’30” S 52°06’24”W);

Desembocadura do estuário da Lagoa dos Patos: Trapiche da Prainha (32°08’56” S 52°06’03” W);

Praia do Cassino: zona de rebentação em frente a Estação Marinha de Aquacultura (32° 05' S, 52° 10' W).

 

Cobertura temporal

Amostragens mensais das estações localizadas no Estuário da Lagoa dos Patos e costa adjacente.

Trapiches da Prainha e Yacht Club: janeiro de 1993 a abril de 2015;

Praia do Cassino: desde janeiro de 1994 a abril de 2015.

 

Espécies coletadas

Diatomáceas, Dinoflagelados, Cianobactérias, Clorofíceas, Criptofíceas, Rafidofíceas, Haptofíceas e demais flagelados.

 


 

Título do Banco de Dados

Zooplâncton

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Erik Muxagata

 

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Laboratório

Laboratório de zooplâncton.

 

Resumo

Desde Abril de 2009 o laboratório de zooplâncton da FURG realiza coletas mensais em 2 pontos localizados no interior do estuário e desde 2010 também em outro ponto localizado na região costeira adjacente, próximo a estação marinha de aquacultura da FURG. São coletados amostras de zooplâncton com redes de 90 e 200 micras além de dados ambientas de Temperatura, Salinidade e amostras de água para análise de clorofila a.

 

Palavras chave

Monitoramento, Zooplâncton, Lagos dos Patos

 

Título do Projeto

Monitoramento contínuo do micro e mesozooplâncton do Estuário da Lagoa dos Patos

 

Metodologia

As amostragens são realizadas em 3 estações localizadas em 2 pontos distintos do estuário e em 1 na área costeira adjacente (1 – Zona de arrebentação próxima a estação marinha de aquacultura (EMA); 2 – trapiche da Prainha na 4ª secção da Barra; 3 – trapiche do Yacht Club de Rio Grande ou do Museu Oceanográfico da FURG).

As amostras são coletadas mediante arrastos sub-superficiais horizontais de ~ 3 min utilizando-se aros mini bongo com 30 cm de diâmetro e malhas de 90 e 200 mm, providas de fluxômetros calibrados. Todas as amostras coletadas são fixadas em formaldeído em solução a 4% neutralizado com bórax (Steedman, 1976) logo após as coletas. Em cada estação são obtidos também dados de temperatura e Salinidade através de um termosalinômetro HANNA HI 9828 calibrado assim como amostras de água para análise de Clorofila-a que são obtidas após filtragem manual de 20 a 100 mL de água do local em filtros de fibra de vidro (Whatman GF/F) acoplados em suportes swinnex. Posteriormente os valores de clorofila são obtidas por fluorimetria, seguindo o método de Welshmeyer (1994).

As espécies de copépodos presentes são identificadas ao menor nível taxônomico possível com base nos trabalhos de (Björnberg, 1981; Bradford-Grieve, 1999; Rose, 1933). Já os demais organismos serão identificados com base nos trabalhos constantes do South Atlantic Zooplankton (Boltovskoy, 1999) (Boltovskoy, 1999) e de Lang para os cirripédios (Lang, 1979; Lang, 1980). Os resultados são expressos em número de organismos por metro cúbico.

 

Cobertura espacial

Trapiche da Prainha (32°08’56” S 52°06’03” W) e Trapiche do Yacht Club ou do Museu Oceanográfico (32°01’30” S 52°06’24”W)

 

Cobertura temporal

Amostragens mensais a partir de Abril de 2009 na estações da parinha e Museu e, a partir de Janeiro de 2010, também na estação da EMA

 

Espécies coletadas

Várias espécies pertencentes aos seguintes grandes grupos: Cnidária, Ctenophora, Mollusca, Polychaeta, Cladocera, Cirripedia, Copepoda, Ostracoda, Mysida, Amphipoda, Euphausiacea, Decapoda, Chaetognatha e Tunicada.

 

 


 

Título do Banco de Dados

Composição de espécies e abundância da ictiofauna do ELP

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Prof. João Paes Vieira

Prof. Alexandre Miranda Garcia

 

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Laboratório

Laboratório de Ictiologia. Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG)

 

Resumo

Pesquisas sobre os peixes do estuário da Lagoa dos Patos tiveram início de modo incipiente em 1975, mas foi com a criação do Laboratório de Ictiologia da FURG em 1979 que teve iniciou os estudos sistemáticos sobre os peixes do estuário, através de coletas de campo mensais entre 1979 e 1984 em vários pontos da região. Essas pesquisas permitiram entender o ciclo de vida e os padrões de migração das espécies dominantes. Na década de 90, novos estudos ampliaram esses conhecimentos, especialmente a importância dos hábitats estuarinos para os peixes. A partir de 1996, o laboratório deu início ao monitoramento continuado da ictiofauna no estuário através de coletas mensais nas zonas rasas do estuário e na região marinha adjacente, o qual continua até os dias atuais.

 

Palavras chave

Peixes, Ictiofauna, Zonas rasas, Diversidade, Arrasto de praia, Berçário natural, Estuário, Lagoa dos Patos

 

Título do Projeto

Subprojeto Ictiofauna: Variabilidade espacial e temporal na estrutura da assembléia de peixes do estuário da Lagoa dos Patos e região marinha adjacente

 

Metodologia

As amostragens são realizadas com periodicidade mensal (ininterrupto desde agosto de 1996) em oito estações de coleta (duas na região costeira adjacente e seis nas zonas rasas do estuário). Em cada uma dessas estações de coleta são realizados cinco arrastos de praia com rede tipo picaré (9m de comprimento, 13mm de malha nas asas e 5mm no centro). Conjuntamente com as coletas dos peixes são registradas a temperatura da água (termômetro de mercúrio), salinidade e transparência da água (disco de Secchi).

Os indivíduos coletados são identificados sempre que possível ao nível de espécie, medidos o seu comprimento total (CT) com ictiômetro graduado em milímetros e pesados por espécie (g). Os dados obtidos são armazenados em planilhas de papel e, posteriormente, digitalizados em planilhas eletrônicas.

 

Cobertura espacial

As coletas são realizadas em duas estações na região marinha (EMA 32º 12.376’ S 52º 10.561’ O e MOLHES 32º 09.654’ S e 52º 05.936’ O) e em seis no interior do estuário (PRAINHA 32º 09.047’ S, 52º 06.133’ O, FRANCESES 32º 03.649’ S, 52º 05.272’ O, MANGUEIRA 32º 05.763’ S e 52º 07.662’ O, MARAMBAIA 31º 59.553’ S e 52º 05.970’ O, PORTO REI 32º 00.967’ S, 52º 08.089’ O e TOROTAMA 31º 54.865’ S, 52º 09.138’ O)

 

Cobertura temporal

Coletas mensais desde agosto de 1996

 

Espécies coletadas

Algumas dezenas de espécies são coletadas ao longo do ano nas zonas rasas (<2,0) com a metodologia empregada, sendo que as tainhas (gênero Mugil), os peixes-rei (Atherinella brasiliensis, Odonthestes argentinensis), a sardinha (Brevoortia pectinata) e o barrigudinho (Jenynsia multidentata) estão entre as mais comuns em freqüência e abundância no estuário da Lagoa dos Patos.

 

 


 

Título do Banco de Dados

Composição isotópica (C, N) de componentes da teia trófica do ELP

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Alexandre Miranda Garcia

 

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Laboratório

Laboratório de Ictiologia. Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG)

 

Resumo

Isótopos estáveis permitem inferir relações tróficas entre organismos e estimar a posição trófica dos consumidores na cadeia alimentar, sendo que os isótopos estáveis mais comumente empregados para esses fins são o carbono (13C/12C) e nitrogênio (15N/14N), respectivamente. O presente subprojeto emprega isótopos estáveis para avaliar variações espaciais e temporais nas relações tróficas de consumidores em enseadas estuarinas da Lagoa dos Patos (ELP). Produtores primários e outras fontes orgânicas (e.g., matéria orgânica particulada em suspensão e no sedimento) e consumidores (invertebrados e peixes) estão sendo coletados sazonalmente desde 2010 em um canal de marisma e um plano de lama do ELP.

 

Palavras chave

Relações tróficas, Posição trófica, Teia alimentar, Peixes, Macroinvertebrados, Marismas, Macroalgas, Fanerógamas, Matéria orgânica, Estuário

 

Título do Projeto

Subprojeto Relações Trófica Isótopos: Variabilidade espacial e temporal nas relações tróficas de consumidores dominantes em enseadas rasas do estuário da Lagoa dos Patos revelada por isótopos estáveis

 

Metodologia

As amostras biológicas estão sendo coletados sazonalmente desde 2010 em um canal de marisma e um plano de lama do ELP em triplicata para cada espécie dos principais produtores primários (Spartina densiflora, Scirpus maritimus, Scirpus olneyi, Juncus acutus, Rhizoclonium riparium, Ruppia maritma), e outras fontes alimentares basais como matéria orgânica particulada em suspensão (POM) e matéria orgânica particulada no sedimento (SOM). Os produtores primários foram coletados manualmente e com ajuda de tesouras e, posteriormente, inspecionado em estereomicroscopio para remover possíveis fragmentos do caule. O POM foi obtido com a filtragem de aproximadamente 0,25 a 1 litro de água recolhida em cada local em filtros de fibra de vidro (0,75 µm). O SOM foi obtido a partir da remoção de cerca de 2 cm de sedimento superficial utilizando um cano plástico (10 cm de diâmetro) e uma faca. Dentre os consumidores foram selecionadas as espécies dominantes e representativas da macrofauna da região (Seeliger & Odebrecht 1998): peixes (e.g., Atherinella brasiliensis, Jenynsia multidentata, Mugil liza), macrocrustáceos decápodes (e.g., Neohelice granulata, Callinectes sapidus, Farfantepenaeus paulensis) e outros invertebrados infaunais (e.g., Kalliapseudes schubartii, Laeonereis acuta). Os peixes e macrocrustáceos decápodes foram coletados com o uso combinado de rede de arrasto de praia e rede de emalhe (Garcia et al. 2006), enquanto os organismos da infauna foram coletados através um tubo de PVC (10cm de diâmetro; área 0,0078m2), com profundidade de enterramento de 20cm e, posteriormente, peneirados numa malha de 500μm (Pinto & Bemvenuti 2003). Todo material biológico coletado foi acondicionado em sacos plásticos e preservado em gelo até serem transferidos ao laboratório, aonde foram armazenados em freezer até o seu processamento (Jardine et al. 2003, Garcia et al. 2007, Hoeinghaus et al. 2011). Após o descongelamento e antes da extração do tecido, cada amostra animal e vegetal foi cuidadosamente inspecionada para remover epífitas nos filamentos de algas e folhas de fanerógamas, ossos ou escamas em tecidos de peixes, e qualquer outro material aderido a amostra. Depois foi extraído o tecido alvo de cada produtor primário e consumidor: folhas e filamentos da fanerógama (Ruppia maritima) e da macroalga (Rhizoclonium riparium), respectivamente, tecido muscular antero-dorsal e abdominal (aproximadamente 5g cada amostra) de peixes e macrocrustáceos decápodes, respectivamente. Organismos da infauna foram processados inteiros devido à dificuldade em extrair apenas o tecido alvo (e.g., músculo) de organismos muito pequenos (<1mm). Cada amostra foi lavada em água destilada e colocada individualmente em uma placa de vidro (Petri) (previamente esterilizada com banho de HCl por 24h) e levada a estufa (60°C) por 48h. Após, foi macerada (pistilo e grau) e sub-amostras foram pesadas em cápsulas de estanho ultra-puras (Costech, Valencia, CA) e enviadas ao Stable Isotope/Soil Biology Laboratory, University of Geórgia, EUA, para determinação da razão isotópica 13C e 15N). Os resultados foram expressos em notação delta: 13C ou 15N = [(Ramostra/Rpdrão) - 1] * 1000, onde R = 13C/12C ou 15N/14N. O material padrão para o carbono foi Pee Dee Belemnite (PDB) e o padrão de nitrogênio foi o nitrogênio atmosférico.

 

Cobertura espacial

Dois pontos de coleta: canal de marisma (32º 09’ 11.84”S, 52º 06’ 06.21”O) e plano de lama (32º 01’ 17.20”S, 52º 07’ 37.41”O)

 

Cobertura temporal

Sazonalmente desde 2010

 

Espécies coletadas

- Produtores primários (Spartina densiflora, Scirpus maritimus, Scirpus olneyi, Juncus acutus, Rhizoclonium riparium, Ruppia maritma), e outras fontes alimentares basais como matéria orgânica particulada em suspensão (POM) e matéria orgânica particulada no sedimento (SOM).

- Consumidores: peixes (e.g., Atherinella brasiliensis, Jenynsia multidentata, Mugil liza), macrocrustáceos decápodes (e.g., Neohelice granulata, Callinectes sapidus, Farfantepenaeus paulensis) e outros invertebrados infaunais (e.g., Kalliapseudes schubartii, Laeonereis acuta).

 


 

Título do Banco de Dados

Ictioplâncton

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

José H. Muelbert

 

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Laboratório

Laboratório de Ecologia do Ictioplâncton. Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG)

 

Resumo

Este subprojeto tem como objetivo estudar a variabilidade interanual dos padrões de largo prazo de perturbações na dinâmica de recrutamento e da diversidade do ictioplâncton no estuário da Lagoa dos Patos (ELP). São coletadas amostras de ictioplâncton mensalmente em 7 estações localizadas nas marges do Estuário da Lagoa dos Patos e na Praia do Cassino. As coletas de ictioplâncton são efetuadas com rede cônica de 50cm de diâmetro, com malha de 300 μm e dotadas de fluxômetro. A rede é arrastada manualmente na zona de praia por 2 pessoas durante 2 minutos. Concomitante, serão obtidas informações sobre temperatura e salinidade. Todo o material coletado é preservado em Formol 4%. Em laboratório o material é triado e identificado.

 

Palavras chave

Ovos de peixes, Larvas de peixes, Variabilidade interanual, Perturbações ambientais, Recrutamento, Ecologia estuarina

 

Título do Projeto

Estudos de longa duração para avaliação de impactos naturais e antrópicos no Estuário da Lagoa dos Patos e Costa Adjacente – Ictioplâncton

 

Metodologia

São coletadas amostras de ictioplâncton mensalmente em 7 estações localizadas nas marges do Estuário da Lagoa dos Patos e na Praia do Cassino. As coletas de ictioplâncton são efetuadas com rede cônica de 50cm de diâmetro, com malha de 300 μm e dotadas de fluxômetro. A rede é arrastada manualmente na zona de praia por 2 pessoas durante 2 minutos. Concomitante, serão obtidas informações sobre temperatura e salinidade. Todo o material coletado é preservado em Formol 4%. Em laboratório o material é triado e identificado.

 

Cobertura espacial

Regiões de praia no entorno do estuário da Lagoa dos Patos e Praia do Cassino, Rio Grande, RS. Estações:

 

EMA (EMA): S 32º 12.376’, W 52º 10.561’

MOLHES (S01): S 32º 09.654’, W 52º 05.936’

PRAINHA (A11): S 32º 09.047’, W 52º 06.133’

MANGUEIRA (MA1): S 32º 05.763’, W 52º 07.662’ (não amostrada a partir de janeiro/2013)

FRANCESES (B11): S 32º 03.649’, W 52º 05.272’

PORTO REI (C15): S 32º 00.967’, W 52º 08.089’

MARAMBAIA (C18): S 31º 59.553’, W 52º 05.970’

 

Cobertura temporal

Freqüência amostral: Mensal

Data de início: janeiro/2000

Última coleta: julho/2015

 

Espécies coletadas

Lista das categorias taxonômicas identificadas para ovos ou larvas de peixes. Devido ao longo tempo de coleta, há categorias taxonômicas e classificações que necessitam ser revistas.

Anchoa marinii, Atherinella sp., Atherinidae, Blennius sp., Blenniidae, Brevoortia pectinata, Characidae, Characiforme, Catathyridium garmani, Clupeidae, Clupeiformes, Elopiformes, Eucinostomus sp., Eucinostomus melanopterus, Eucinostomus gula, Engraulis anchoita, Engraulidae, Jenynsia sp., Gobiidae, Gobiosoma parri, Gobionellus oceanicus, Gobionellus sp., Gobiesox strumosus, Hemiranphidae,Hyporhamphus kronei, Lycengrulis grossidens, Macrodon atricauda (antes ancylodon), Menticirrhus sp., Menticirrhus americanus, Micropogonias furnieri, Mugil cephalus, Mugil platanus, Mugil curema, Mugilidae, Mugil lisa, Odontesthes sp., Paralichthys sp., Parona syngnata, Parapimelodus nigribarbis, Peprilus paru, Paralichthys orbignyanus, Poecilia vivipara, Pleuronectiformes, Paralonchurus sp., Paralonchurus brasiliensis, Ramnogaster arcuata, Cynoscion sp, Syngnatus folletti, Sciaenidae, Stromateidae, Trachinotus sp., Trachinotus goodei, Trichiurus lepturus, Trichiuridae

 

 


Título do Banco de Dados

Série temporal de dados de distribuição, abundância, taxas reprodutivas e ecologia trófica dos botos do estuário da Lagoa dos Patos e costa marinha adjacente.

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Prof. Eduardo R. Secchi

 

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Laboratório

Laboratório de Ecologia e Conservação da Megafauna Marinha, EcoMega/FURG. Instituto de Oceanografia/Museu Oceanográfico, Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG)

 

Resumo

Nos últimos 10 anos, vem-se coletando dados de distribuição, abundância e taxa reprodutivas e de sobrevivência dos botos que habitam o estuário da Lagoa dos Patos e costa marinha adjacente. Os dados vem sendo coletados, com o uso da foto-identificação, de maneira sistemática e intensiva (semanal ou quinzenal, dependendo das condições meteorológicas). Este conjunto de dados permitiu a estimativa de abundância, taxas reprodutivas e de sobrevivência de filhotes, juvenis e adultos (machos e fêmeas). Variações nas estimativas serão avaliadas com a continuidade do monitoramento de longo prazo.

 

Palavras chave: Tursiops truncatus, Abundância, Ecologia trófica, Distribuição, Reprodução, Isótopos Estáveis, Dieta

 

Título do Projeto:

Abundância, distribuição, taxas reprodutivas e ecologia trófica do boto, Tursiops truncatus, no estuário da Lagoa dos Patos e costa marinha adjacente.

 

Metodologia

Padrões de distribuição e uso do habitat: Todas as saídas são realizadas à bordo de uma lancha equipada com motor de popa de 90HP, rádio VHF, ecossonda e GPS. As transecções são aproximadamente perpendiculares à linha de costa e às isóbatas para garantir amostragem mais homogênea em faixas de mesma profundidade. Serão realizadas 20 transecções perpendiculares, sendo 10 ao sul e 10 ao norte do estuário. Na parte interna, transecções em zigue-zague são conduzidas desde a boca do estuário até aproximadamente 25 km ao seu interior. Quando um grupo de botos é avistado, o barco se aproxima lentamente para obter dados do número e composição dos indivíduos, profundidade, posição e identificação individual por meio de fotografias (foto-identificação). Após, a equipe retorna ao mesmo ponto da transecção para reiniciar as observações. As sub-áreas são divididas em células (0,25km2) e o seu uso relativo, determinado de acordo com a frequência das avistagens em cada célula, será comparado com valores hipotéticos de uma distribuição uniforme. As áreas preferenciais serão identificadas como áreas que incluem todas as células com valores de uso relativo maior do que o esperado. O mesmo índice de uso relativo será calculado para cada estação do ano.

Estimativas de abundância, taxas reprodutivas e de sobrevivência: As estimativas de abundância serão feitas usando modelos de marcação-recaptura, ajustados aos dados de foto-identificação, para populações fechadas que incorporam heterogeneidade nas probabilidades de captura. As taxas de sobrevivência também serão estimadas a partir de modelos de marcação-recaptura, porém, neste caso, para populações abertas. A identificação e acompanhamento de pares mãe-filhote ao longo do tempo, desde o início da estação reprodutiva, visam possibilitar cálculos aproximados de intervalos de nascimento e taxas reprodutivas bem como suas tendências temporais.

Ecologia Trófica: A ecologia trófica dos botos vem sendo estudada a partir da análise do conteúdo estomacal bem como utilizando dados de isótopos estáveis de Nitrogênio dos botos e de suas potenciais presas.

 

Cobertura espacial

Estuário da Lagoa dos Patos e costa marinha adjacente (Lat Long), municípios de Rio Grande e São José do Norte, RS.

 

Cobertura temporal

Janeiro de 2005 a Junho de 2015.

 

Espécies coletadas

Botos (Tursiops truncatus)

 

 


 

 

Título do Banco de Dados

Diversidade e Variação Temporal da Macrofauna Bentônica de Enseada Rasa do Estuário da Lagos dos Patos

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

André Colling

 

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Laboratório

Laboratório de Ecologia de Invertebrados Bentônicos. Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG)

 

Resumo

O Bando de Dados contem informações quantitativas sobre densidade (ind/0,007 m2) as espécies da macrofauna bentônica (organismos maiores que 0,5 mm) da Enseada Rasa do Saco do Arraial, estuário da Lagoa dos Patos – RS. Os valores de densidade são referentes a coletas com periodicidade semestral de Verão (meses de Março) e Inverno (meses de Agosto) do período compreendido entre 1998 e 2015. As coletas foram desenvolvidas com tubo extrator de PVC, inserido a 15cm no interior do sedimento, em uma região com profundidade média de 1 metro. Os grandes grupos taxonômicos que contem dados de densidades são Polychaeta, Crustacea, Mollusca e Nemertea.

 

Palavras chave

Sazonalidade, Macrozoobentos, Lagoa dos Patos, Estuário.

 

Título do Projeto

Variabilidade interanual da macrofauna bentônica no estuário da Lagoa dos Patos, RS – Brasil.

 

Metodologia

As amostras foram coletadas com tubo extrator de PVC com 0,0078 m2 (0,05 m de diâmetro), inserido a 15 cm no interior do substrato inconsolidado. As amostras foram lavadas no local através de uma malha de 300 µm, formolizados e guardados em sacos plásticos etiquetados. Em laboratório os organismos foram quantificados, identificados e conservados em frascos de plástico cm álcool 70%.

 

Cobertura espacial

As coletas foram feitas na Enseada do Saco do Arraial, à margem Leste de Ilha das Pombas, no Estuário da Lagoa dos Patos, Rio Grande - RS – Brasil.

 

Cobertura temporal

As amostragens foram desenvolvidas durante Verão (março) e Inverno (agosto), entre os anos de 1998 e 2015.

 

Espécies coletadas

Monokalliapseudes schubartii, Sinelobus stanfordi, Uromunna petterseni, Kupellunura sp., Sphaeromopsis moureii, Mellita mangrovi, Mellita lagunae, Apocorophium acutum, Dyastilis sympterygiae, Heteromastus similis, Neanthes bruaca, Neanthes succinea, Nephtys fluviatilis, Laeonereis acuta, Erodona mactroides, Heleobia australis, Heleobia charruana, Tagelus plebeius.

 

 


 

Título do Banco de Dados

Abundância relativa do camarão-rosa Farfantepenaeus paulensis e do siri-azul Callinectes sapidus

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Prof. Luiz Felipe Cestari Dumont

 

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Laboratório

Laboratório de Crustáceos Decápodos. Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG)

 

Resumo

Os dados de abundância do siri-azul e de juvenis do camarão-rosa vem sendo coletados sistematicamente pelo Lab. de Ictiologia (FURG) desde a década de 90, permitindo uma análise de longo prazo na abundância e estrutura de tamanhos dessas espécies no Estuário da Lagoa dos Patos. O processamento e análise desses dados vem permitindo uma melhor compreensão sobre o ciclo de vida dessas espécies e consequentemente fornecendo importantes informações para o gerenciamento dos estoques explorados comercialmente na região.

 

Palavras chave

Camarão-rosa, Siri-azul, Lagoa dos Patos, Estuário, Dinâmica populacional

 

Título do Projeto

Ecologia e pesca do camarão-rosa no Estuário da Lagoa dos Patos

 

Metodologia

As amostragens vem sendo realizadas com periodicidade mensal desde agosto de 1996 em oito estações de coleta (duas na região costeira adjacente e seis nas zonas rasas do estuário). Em cada uma dessas estações de coleta são realizados cinco arrastos de praia com rede tipo picaré (9m de comprimento, 13mm de malha nas asas e 5mm no centro). Conjuntamente com as coletas dos crustáceos são registradas a temperatura da água (termômetro de mercúrio), salinidade e transparência da água (disco de Secchi).

Os indivíduos coletados são identificados sempre ao nível de espécie, medidos o seu comprimento total (CT) com ictiômetro (mm), comprimento da carapaça com paquímetro (mm) e pesados (g). Os dados obtidos são armazenados em planilhas de papel e, posteriormente, digitalizados em planilhas eletrônicas.

 

Cobertura espacial

As coletas são realizadas em duas estações na região marinha (EMA 32º 12.376’ S 52º 10.561’ O e MOLHES 32º 09.654’ S e 52º 05.936’ O) e em seis no interior do estuário (PRAINHA 32º 09.047’ S, 52º 06.133’ O, FRANCESES 32º 03.649’ S, 52º 05.272’ O, MANGUEIRA 32º 05.763’ S e 52º 07.662’ O, MARAMBAIA 31º 59.553’ S e 52º 05.970’ O, PORTO REI 32º 00.967’ S, 52º 08.089’ O e TOROTAMA 31º 54.865’ S, 52º 09.138’ O)

 

Cobertura temporal

Coletas mensais desde agosto de 1996

 

Espécies coletadas

Camarão-rosa Farfantepenaeus paulensis e siri-azul Callinectes sapidus

 

 


 

Título do Banco de Dados

Dados diários da Ilha dos Marinheiros

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Prof. Clarisse Odebrecht

 

Email do responsável/contato

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Laboratório

Laboratório de Fitoplâncton e Microorganismos Marinhos. Instituto de Oceanografia da Universidade Federal do Rio Grande (IO-FURG).

 

Resumo

Parâmetros abióticos, temperatura e salinidade da água, são avaliados diariamente desde o início da década de noventa no estuário da Lagoa dos Patos.

 

Palavras chave

Dados diários, Temperatura, Salinidade, Ilha dos Marinheiros, Lagoa dos Patos

 

Título do Projeto

Estudo de longa duração dos parâmetros ambientais na Ilha dos Marinheiros.

 

Metodologia

Em um ponto de coleta em área rasa do Estuário da Lagoa dos Patos próximo ao Porto Rei, Ilha dos Marinheiros, amostras de água são coletadas diariamente desde 1998 e mensurados a temperatura (termômetro) e a salinidade da água (refratômetro de escala).

 

Cobertura espacial

Município de Rio Grande, RS, Brasil

Porto Rei: S 32º 00.967’, W 52º 08.089’

 

Cobertura temporal

Amostras diárias coletadas desde 1998 até o momento atual.

 


Título do Banco de Dados

Monitoramento de Longo Prazo da Vegetação Aquática Submersa do Estuário da Lagoa dos Patos

 

Responsáveis pelo Banco de Dados

Margareth da Silva Copertino

 

E-mail do responsável/contato:

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Laboratório

Laboratório de Ecologia Vegetal Costeira

 

Resumo

Reduções ou perdas de fanerógamas marinhas têm sido registradas ao longo de todas as regiões costeiras do globo, devido à ocupação urbana, eutrofização, dragagem, pesca predatória e também mudanças climáticas. A redução destes hábitats acarretam consequências negativas aos ecossistemas costeiros, comprometendo importantes funções ecológicas e serviços como a sustentabilidade das atividades pesqueiras, a proteção da costa e a capacidade de sequestro de carbon. O estuário da Lagoa dos Patos tem sofrido modificações na sua dinâmica hidrológica e ecológica nas últimas décadas, as quais tem afetado a distribuição, abundância e estrutura da vegetação aquática submersa (VAS), particularmente das pradarias dominadas pela fanerógama marinha Ruppia maritima. Hidrodinâmica e dinâmica sedimentar são fatores chaves para o estabelecimento, crescimento e permanência das pradarias. O projeto objetiva estudar a dinâmica da VAS no estuário da Lagoa dos Patos, investigando as relações existentes entre modificações do regime hidrológico, qualidade da água e variações na estrutura e abundância das plantas e macroalgas. Isto está sendo realizado através do monitoramento contínuo da VAS e dos parâmetros abióticos da água, da avaliação de banco de sementes do sedimento, da aplicação de técnicas de sensoriamento remoto e da sistematização e análise de banco de dados climáticos e hidrológicos. Adicionalmente, a capacidade de sequestro de carbono destas pradarias está sendo investigada, através de análises de nutrientes da biomassa e do sediment coletadas ao longo do tempo e do espaço.

 

Palavras chave

Pradarias submersas, Macroalgas, Distribuição, Abundância, Variabilidade climática e hidrologica, Carbono.

 

Título do Projeto

Dinâmica da Vegetação Aquática Submersa no Estuário da Lagoa dos Patos (Projeto DIVAS)

 

Metodologia

Desde 1999, a VAS é amostrada mensalmente desde em área meso-mixohalina do ELP, ao longo de um transecto permanente e georeferenciado (400 m). A partir de 2015, a VAS é amostrada sazonalmente em três locais do ELP (protocolo da ReBentos) ao longo de transectos permanentes e georeferenciados (50 m cada), perpendicular a costa e dispostos através dos limites inferior, médio e superior das pradarias. O percentual de cobertura e composição da VAS são obtidos dentro de quadrados permanentes (25x25cm; N=32 por local). Amostras destrutivas da biomassa são obtidas com amostradores de PVC (10cm diâmetro, 15 cm de profundidade) (N = 12 por local). A biomassa é separada nos componentes aéreo, subterrâneo, macroalgas e algas epífitas, secos (48 horas a 60° C) e expressos em g Peso Seco m-2. Os parâmetros abióticos da água (níve, secchi, temperatura, salinidade) tem sido obtidos diariamente desde 1999 (dados diários PELD). A partir de 2012, os parâmetros a água tem sido obtidos semanalmente com sonda multiparâmetro (temperatura, salinidades, pH, O2, turbidez). Amostras de água são obtidas mensalmente para análise de nitrato, nitrito, amônio e fosfato.

 

Cobertura espacia

Lat; Long: -32o 02’ 50’’; -52 12’46’’; Rio Grande, RS:

 

Cobertura temporal

Desde 1999 até 2015, uma pradaria é amostrada com frequência mensal. A partir de 2015, 3 outras pradarias são amostradas com frequência sazonal no meio da estação. (janeiro/fevereiro, abril/maio, julho/agosto, outubro/novembro) período das amostragens e freqüência amostral. Data de início e da última coleta.

 

Espécies coletadas:

Ruppia maritima, Zannichellia palustris, Ulva chlathrata, U. intestinalis, U. flexuosa, Vaucheria longispica, Polysyphonia subtilissima, P. Tépida.